
Ego é o centro da consciência inferior, diferente do Eu que é centro superior da consciência. O Ego é a soma total dos pensamentos, idéias, sentimentos, lembranças e percepções sensoriais. É a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo. Obedece ao princípio da realidade, ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao id sem transgredir as exigências do superego. Quando o ego se submete ao id, torna-se imoral e destrutivo; ao se submeter ao superego, enlouquece, pois viverá numa insatisfação insuportável; se não submeter ao mundo, será destruído. Para Jung, o Ego é um complexo; o “complexo do ego”. Diz ele, sobre o Ego: “É um dado complexo formado primeiramente por uma percepção geral de nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registros de nossa memória!
Egocenterismo é a característica que define as personalidades que consideram que todo o mundo e todas as pessoas giram ao redor de si próprio.
Segundo Alessandro Martins, a questão do umbigo de Adão e Eva já fartou teólogos e até mesmo fóruns da internet com sua duvidosa relevância. Afinal, se eles não estiveram ligados por cordão umbilical a algo nenhum, não deveriam tê-lo.
É notável que normalmente se esqueça que o umbigo é na verdade uma cicatriz. Também como notável é que a sociedade ocidental que desperta para o século 21 tenha voltado seu nariz justamente para ela. É difícil saber o que esperar de uma humanidade que faz isso. Afinal, para obter uma cicatriz é preciso que antes haja um ferimento mais ou menos grave.
Nem toda cicatriz significa uma ruptura com um estado anterior, mas toda ruptura com um estado anterior deixa uma cicatriz, símbolo ou lembrança da antiga condição.
O umbigo é das manifestações mais físicas disso. Todo ser humano, todo mamífero porta um. Uma afirmação de que um dia você foi um ser aquático, que vivia em um útero, enclausurado a perguntar se, afinal, havia vida após o nascimento. Ao sair dali, passa por uma mudança brusca. Seus pulmões, antes colabados, precisam dolorosamente aprender a respirar, seu corpo passa por uma passagem apertadíssima, expulso do que seria o paraíso, e sua pele conhece agora um ambiente seco. Há luz e formas sem significado e seus olhos doem. E a ligação que existe entre você e o útero é desfeita.
Resultado? Umbigo.
As sociedades primitivas e algumas ditas evoluídas costumam fazer ritos de passagem que não se enfrenta sem ficar com algumas marcas. É uma maneira de dizer que você já fez parte de outro mundo e agora faz parte de outro. Quem já faz parte desse novo mundo o reconhece e quem não faz o teme ou respeita ao ver essa marca. Como se compartilhassem o mesmo espaço e, ainda assim, seus universos fossem distintos.
Outra coisa notável no umbigo é que cicatrizes redondas como ele são incomuns. Normalmente têm o formato de uma linha. Daí o úmbigo, tão redondo e sujeito a órbitas, ser uma espécie de novo geocentrismo pagão e, até, cristão.
Será preciso um novo Renascimento para que se descubra, embora seja tão óbvio, que o centro do Universo é outro e que os planetas não giram em torno da barriga de cada um de nós. Isso não é possível.
Afinal, todo mundo sabe que o centro do Universo é o seu umbigo. O seu.
Umbiguidadez nasce dessa gestação de pensamentos, das experiências, trocas ou até mesmo um desabafo sobre um péssimo ou ótimo dia, duas cabeças pensando melhor que uma, ora com pensamentos pra lá de oníricos, ora com sentimentalismos enérgicos, a unção de duas realidades diferente foi concebida em trocas de textos, bem vindo ao mundo da Umbiguidadez, onde o centro do Universo são os nossos e mais outros tantos umbigos que apenas rabiscam ou rascunham coisas que afloram, invadem ou incomodam a mente, seja com um “bigo” ou dois “bigos”, nosso local de egosensações está aberto.... tenham todos ótimas e inesperadas leituras.
Egocenterismo é a característica que define as personalidades que consideram que todo o mundo e todas as pessoas giram ao redor de si próprio.
Segundo Alessandro Martins, a questão do umbigo de Adão e Eva já fartou teólogos e até mesmo fóruns da internet com sua duvidosa relevância. Afinal, se eles não estiveram ligados por cordão umbilical a algo nenhum, não deveriam tê-lo.
É notável que normalmente se esqueça que o umbigo é na verdade uma cicatriz. Também como notável é que a sociedade ocidental que desperta para o século 21 tenha voltado seu nariz justamente para ela. É difícil saber o que esperar de uma humanidade que faz isso. Afinal, para obter uma cicatriz é preciso que antes haja um ferimento mais ou menos grave.
Nem toda cicatriz significa uma ruptura com um estado anterior, mas toda ruptura com um estado anterior deixa uma cicatriz, símbolo ou lembrança da antiga condição.
O umbigo é das manifestações mais físicas disso. Todo ser humano, todo mamífero porta um. Uma afirmação de que um dia você foi um ser aquático, que vivia em um útero, enclausurado a perguntar se, afinal, havia vida após o nascimento. Ao sair dali, passa por uma mudança brusca. Seus pulmões, antes colabados, precisam dolorosamente aprender a respirar, seu corpo passa por uma passagem apertadíssima, expulso do que seria o paraíso, e sua pele conhece agora um ambiente seco. Há luz e formas sem significado e seus olhos doem. E a ligação que existe entre você e o útero é desfeita.
Resultado? Umbigo.
As sociedades primitivas e algumas ditas evoluídas costumam fazer ritos de passagem que não se enfrenta sem ficar com algumas marcas. É uma maneira de dizer que você já fez parte de outro mundo e agora faz parte de outro. Quem já faz parte desse novo mundo o reconhece e quem não faz o teme ou respeita ao ver essa marca. Como se compartilhassem o mesmo espaço e, ainda assim, seus universos fossem distintos.
Outra coisa notável no umbigo é que cicatrizes redondas como ele são incomuns. Normalmente têm o formato de uma linha. Daí o úmbigo, tão redondo e sujeito a órbitas, ser uma espécie de novo geocentrismo pagão e, até, cristão.
Será preciso um novo Renascimento para que se descubra, embora seja tão óbvio, que o centro do Universo é outro e que os planetas não giram em torno da barriga de cada um de nós. Isso não é possível.
Afinal, todo mundo sabe que o centro do Universo é o seu umbigo. O seu.
Umbiguidadez nasce dessa gestação de pensamentos, das experiências, trocas ou até mesmo um desabafo sobre um péssimo ou ótimo dia, duas cabeças pensando melhor que uma, ora com pensamentos pra lá de oníricos, ora com sentimentalismos enérgicos, a unção de duas realidades diferente foi concebida em trocas de textos, bem vindo ao mundo da Umbiguidadez, onde o centro do Universo são os nossos e mais outros tantos umbigos que apenas rabiscam ou rascunham coisas que afloram, invadem ou incomodam a mente, seja com um “bigo” ou dois “bigos”, nosso local de egosensações está aberto.... tenham todos ótimas e inesperadas leituras.
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